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Entenda mais sobre óleo lubrificantes

 

 

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Texto retirado  do portal OFICINA BRASIL, meramente informativo para você conhecer um pouco mais sobre óleos e suas nomenclaturas:

Texto: Carlos José Carlini, planejador técnico da TTi
Foto: Divulgação
Técnica
Entenda mais sobre os óleos
No mercado de reparação automotiva ainda existe a crença de que um óleo é capaz de resolver todos os problemas de descuido que o veículo sofreu durante anos

Já vi óleos sintéticos durarem 40.000 km, como também 1.000 e até 500 km. É claro que a composição desses produtos interfere na durabilidade, mas a manutenção aplicada e as condições de uso do veículo inferem drasticamente na vida do lubrificante.
Por esse motivo, podemos deixar de lado a quilometragem na tarefa de entender mais sobre óleos. A troca do componente também é decorrente de outros fatores, como a manutenção e a conservação dos sistemas de ignição, alimentação, arrefecimento e outros sistemas do motor que têm influência direta nos intervalos de troca e duração do óleo, e das freqüências de paradas e arrancadas que se fazem com o carro.
O usuário geralmente não tem a obrigação de entender muito sobre óleos. Esse espaço deve ser ocupado pelo reparador, que precisa lhe dar orientações pertinentes.

Classificação – Existem normas que certificam a qualidade do óleo. Em outras palavras, mensuram a proteção que um lubrificante pode oferecer e o grau de severidade ao qual pode ser submetido.
Baseadas na forma de trabalho dos motores de Ciclo Otto (motor a gasolina) e Ciclo Diesel (motor diesel) o Instituto Americano de Petróleo (American Petroleum Institute – API) desenvolveu as Normas de Desempenho API para motores de quatro tempos.
O elevado grau de desenvolvimento da indústria automobilística mundial requer normas e padrões internacionais para a avaliação e homologação de produtos. Os lubrificantes não são uma exceção. Portanto, o Instituto estabelece os parâmetros de desempenho, por meio de uma seqüência de testes complexos e específicos, de acordo com metodologias padronizadas pela ASTM (American Society for Testing and Materials).
Mas o API não é o único orgão que homologa e testa lubrificantes. Temos também: a Acea (Association of Constructors of European Automobiles) e os próprios fabricantes de veículos e de motores, que também têm desenvolvido testes e especificações para lubrificantes. Além disso, existem outras normas, próprias de cada País, que acompanham o produto.
Na embalagem do lubrificante estão escritas a suas características técnicas designadas com letras. Um exemplo: SL, SJ, SJ/CF ou A3/B3. Dependendo do fabricante, essa denominação forma parte do nome do produto para distingui-lo de outros com diferente qualidade.
Assim, a primeira letra que compõem a identidade do óleo mostra em que tipos de motores ele pode ser usado. Gasolina, álcool e GNV são representados pela letra S, de Service Station (Postos de Serviço/Garagem) ou Spark (Faísca/Centelha). Já os motores diesel são identificados pela letra C, de Commercial (Linha Comercial, Frotas), ou Compression (Compressão).
Dentro de cada um desses dois grupo há diferentes níveis de tecnologia, identificados pela adição de uma segunda letra após o S ou o C. Essa segunda letra identifica o nível de evolução do lubrificante ou o grau de proteção que ele pode oferecer. Exemplo: SA, SB, SL. No caso da norma ACEA, essa identificação pode ser feita por meio de números. Exemplo: A3, A1, A2.
O óleo tem “inteligência” própria graças a um pacote de aditivos (antiespumante, detergente dispersante, antioxidante, antidesgaste e modificador do índice de viscosidade) que são agregados a ele por meio de um processo chamado “blending”, no qual a mistura entre a base e o aditivo acontece a temperaturas e velocidades controladas para que tudo se tranforme em um único componente.
A avaliação de desempenho dos lubrificantes é feita por uma seqüência de testes de campo e em laboratórios de motores. Esses testes determinam os padrões de condições que os componentes internos do motor devem apresentar após rodar com o lubrificante. Os padrões levam em conta o nível de proteção que o óleo deve oferecer, a conservação da limpeza dos componentes e o grau de contaminação do lubrificante, entre outras variáveis. A evolução do desempenho do óleo está representada no gráfico.

Algumas dicas – Um dos requisitos primordiais em um lubrificante é que ele deve ser compatível entre os diferentes fabricantes.
A troca do óleo é uma conseqüência do desgaste dos aditivos ou da sua contaminação. O filtro deve ser trocado junto com o óleo, para evitar que a contaminação do anterior seja passado ao novo lubrificante.
Quando o motor não atinge a temperatura ideal de funcionamento, os ácidos formados pela condensação dos vapores de combustão atacam os aditivos do óleo e fazem com que ele envelheça prematuramente.
A viscosidade é um assunto bastante interessante também, principalmente, porque tem relação com o fabricante do motor. Geralmente, o óleo deve ter uma viscosidade que lhe permita preencher as folgas existentes entre as partes móveis do motor e operar em temperaturas ambientes e de trabalho exigidas pelo veículo, entre outras.
A viscosidade e o grau de proteção que o lubrificante oferece são duas características das mais importantes, por isso, devem ser respeitadas.
Para resolver a dúvida de freqüência de troca, primeiramente deve-se seguir o que o fabricante recomenda, podendo-se variar (sempre para antecipação da troca) segundo o estado geral do motor e sua utilização – dependendo de intensidade do trânsito, as regiões e trajetos percorridos (fora de estrada), períodos longos de inatividade do motor ou utilização em distâncias curtas – aproximadamente cinco quilômetros – e falta de manutenção. Nesses casos descritos, a quilometragem ou tempo de troca deve ser diminuído até a metade do proposto pelo fabricante.

 

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